sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

TENDÊNCIA DE MÓVEIS


  • Passeando entre as coleções de móveis lançados este ano, o que se vê são tendências claramente notadas também em revestimentos , metais, louças. Mas ,que tendências são essas? Linhas horizontais, cortes retos, formatos amplos,  brilho, veios salientes, uso de material reciclado/vel.
    • Linhas horizontais nos remetem a grandes horizontes, e todo o aconchego que isso nos trás. E essa tendência  - que já se viu nos revestimentos e seus formatos ou na forma em que são colocados -  aparece nas grandes (imensas!) e confortáveis gavetas, nas revisitadas cabeceiras de camas, nos desenhos de cozinhas contemporâneas. A grande vantagem é a amplitude do local, uma idéia de imensidão sem fim, de um teto mais baixo e mais nosso.
    • O minimalismo – aqui traduzido em "menos é mais" , já citado por João Armentano, mostra que desenho e função podem – e devem – andam juntas. Então, chega de rebocos, de excessos, chega de coisas vãs. As linhas vem retas ou orgânicas, de detalhes poucos, os móveis menos ainda, mas de uma funcionalidade incrível. E os mestres desta tendência são os móveis destinados aos até então desconhecidos home theaters. Poucos e bons traços, poucos e bons usos.
    • Outra tendência "óbvia" é o brilho, que pode vir do vidro (repensado, colorido, em grandes painéis), de laminados especiais  recém lançados pelo setor, pode vir do laqueado. Descartado por longos anos – pelo menos em termos de mobiliário, já que sempre esteve presente em louças, metais e revestimentos cerâmicos -  volta à tona, por vezes   lembrando glamour, por vezes trazendo modernidade, e sempre – sempre ! – compondo com outros materiais. Com  a madeira (ou laminados), um destaca o outro, um acrescenta ao outro. Com alumínio, modernidade pura. Colorido, encanta pela versatilidade e  jovialidade. E sempre se destaca.
    • madeira com seus veios salientes é outra proposta que veio para ficar. Apareceu - e  aparece -  em lançamentos de revestimentos cerâmicos, laminados, em produtos reciclados/veis, em tampos de cozinhas, de mesas, em detalhe ou peça inteira. Trazem ares extremos; envelhecidos ou alto brilho. Se vieram para ficar, ninguém sabe, mas apostam que sim.
    • Pequenos  detalhes podem passar desapercebidos. Mas não deveriam: fazem toda a diferença e nos mostram o que é realmente um bom design. Podem ser sutis, como uma brincadeira com as  lâminas – sublime  revisita às antigas macetarias . Ou cantos arredondados (já vimos isso, no passado) , não como forma vanguarda, contrária, mas detalhe delicado que faz toda a diferença.
    • E os puxadores... ah, os puxadores davam um capitulo à parte. Não são mais imparciais, coadjuvantes. Vem em formatos extremos – mínimos ou extremamente alongados – e nos ensinam que com uma simples estratégia de colocação faz com que os móveis pareçam outros, vindos de outro mundo, de um mundo que percebe e admira mudanças. Perdem a tradicional posição de meio , ganham as pontas, ganham as laterais, ganham todo o espaço. E dão vida. Pelo formato, posição ou material – peles, metais...cristais!
    Fonte: www.revestir.com.br

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